A guitarra gingante, a marimba sinistra e a percurssão minimalista leva-nos para uma taberna de piratas. E por lá ficamos até que uma balada, banda sonora daquela terrível hora do fecho, traz a acalmia. Mas logo tudo recomeça numa cacofonia e a poesia de Waits arrasta-nos de novo para becos escuros a tresandar a bourbon.
Trinta e seis minutos de energia pura, sem gordura. Punk directo e cru, mas com uma progressão inesperada das faixas. As guitarras são criminalmente subvalorizadas neste álbum. O saxofone aparece nas últimas músicas e é a apoteose total.
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